gratidão

Peguei de orelhada essa...e fiquei feliz. Uma aluna comentou com outra que, no último ENADE, caíra uma pergunta onde a temática era equilíbrio ácido-básico, e, nas palavras dela, "bah, caiu aquela parte de alcalose e acidose do tempo do prof Guto".

Pausa.

Respirada.

Aquele sorrisão de quem disse "eu falei?" várias vezes....

E o impagável, o querido, o desejado reconhecimento. Me lembrei, como não lembrar, da parábola do Semeador, e quando São Lucas comenta, no seu evangelho, capítulo 8:8, que "outra (semente) caiu em boa terra, e, nascida, produziu fruto, a cento por um. Dizendo ele estas coisas, clamava: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.".

Em tempos tão danados que vivemos, uma fala como essa é como aquela bolsa quente sobre a lombar dolorida, ao fim do dia, ou aquela água geladinha na caminhada, ou aquele chimarrão do jeito certo durante o trabalho ou aula. É a vida voltando ao corpo. É esperar, perseverar, é ver a sementinha brotando, florescendo, frutificando e dando seus frutos, para alimentar aos passantes, aos bichinhos, a todo mundo.

Tomara Deus que o prof Guto, minha identidade nem tão secreta, possa ajudar mais gente a ajudar gente. Escrevo sorrindo. Escrevo de alma lavada. Escrevo feliz. E sorvo o mate que a colega me alcança.

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