refugiando...

Termino de escrever, após algumas horas de trabalho, e me dedico a contar de mim. Estou vindo de 24 horas imerso na natureza...costumo chamar o sítio onde minha prima Rejane reside com a mãe, (minha tia-avó) e o esposo, de "refúgio". Um lugar com natureza, um silêncio que chega a ser eloquente, uma avifauna linda, e que, de quebra, te permite dar boas risadas em família. Me dou ao luxo de tomar despreocupadamente uma dose quase kryptoniana de cerveja, protegido pelo fato de que terei pouco obrigatório numa das redes da casa, embalado por brisa fresca e com a perspectiva de um café forte ao acordar, coisa de quem sabe que trago e volante são arqui-rivais.
O fato de comer bem e exercitar meus dotes culinários também fecham o cenário, afinal nem sempre temos uma horta para colher temperos, nem cozinhar vendo tico-ticos, sabiás e outros....fazer peixe com limão fresco do pé é algo que, para o urbanóide aqui, transcende a alegria!
E quantas vezes levei Sophia a caminhar por lá, entre os cães, vendo os bichinhos, coletando frutas, como as cerejas que viraram doce nas mãos habilidosas da minha prima. Lembro que minha tia-avó, em outros anos, comandaria o fogão, o que hoje, dado sua frágil saúde, é impossível. Pelo menos Rejane, de maneira quase tibicuerana, herdou os dotes da tia....
Antes que me esqueça: o convite para voltar já foi aceito, aliás!!!!

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