Volnei, eles não sabem o que fazem!!!!!

No ano de 2013, no verão, eu e o diretor Volnei Campagnoni comemos um bocado de fumaça apagando um incêndio que consumia vários metros cúbicos de plásticos, no bairro Vila Nova, em Novo Hamburgo. Apesar de termos saído com um cheiro de fumaça sentido a léguas, tivemos sucesso abafando o fogo, com auxílio de uma retroescavadeira que abafava as chamas com terra e filtrava a fumaça que teimava em ocupar os pulmões de centenas de moradores da área.

Anos antes, em 2005, o mês de janeiro foi marcado, na região de Lomba Grande, por uma queimada, onde a equipe da SEMAM se atirou de corpo, alma e muita água para apagar outra queimada, que consumia vários hectares do banhado do Sinos. Sucesso no procedimento, agimos como equipe.

Hoje, mais uma vez a notícia que começa a virar tragédia, dos tanques de combustíveis queimando, temperaturas superiores a 800 graus, a poluição tomando conta da área portuária de Santos... Notamos a falta de preparo e de desenvolvimento de uma estratégia clara de combate às chamas, que deveriam ser abafadas. A estratégia de deixar queimar e esfriar tanques está, literalmente, fazendo água. O impacto é tenebroso, e aguardemos notícias piores... Se tivessem optado por abafar com terra, caliças ou algum material desse tipo, o resultado seria muito mais objetivo e rápido, e não haveria todo o impacto ambiental que se avizinha. Mais fácil limpar um bocado de terra com restos de combustíveis dos tanques do que arcar com uma mortandade de peixes, afora todo o prejuízo econômico da paralisação da zona portuária....

Senhores gestores ambientais de Santos: se quiserem o auxílio de dois bombeiros ambientais com experiência em, literalmente, apagar incêndios, mandem um email pra nossa SEMAM. A gente dá essa força! Só nos deem os meios que a gente apaga!


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